Arquivo para janeiro \29\UTC 2010

DO MEIO PARA O FIM (do expediente)





Amigas queridas, lanchinho gostoso, papinho delícia…
Eu chamo isso de “tarde de gostosuras”.
É isso que ajuda o tempo passar quando ela agarra na gente… faz ficar mais suportável as horas aqui dentro.

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DESEMBAÇA


Quando as imagens diante dos olhos (e além deles) estão embaçadas, quando tudo parece distante, impossível e não vemos nenhuma perspectiva, é nesse momento que devemos fechar os olhos, confiar em Deus e acreditar no amor.

Funciona!

**
“O amor consola, como sol após a chuva.” Shakespeare
“Em última análise, precisamos amar para não adoecer.” Freud

Sabe, Seu Shakespeare, eu sei bem o que é isso… quando chove aqui dentro o que a gente mais deseja é uma longa e doce temporada de verão. Eu particularmente adoooooro!

E Seu Freud, já vi gente adoecer de amor e por falta dele… e não acho isso nada bom. Mas se existe algo verdadeiro nessa vida é isso: o amor é um santo remédio (e também uma vacina)!

E só pra terminar, com a palavra, João, o apóstolo do Amor (não confundam as pessoas, ok? hehe)

“Filhinhos, não amemos de palavra nem de boca, mas em ação e em verdade.” I João 3:18

🙂

DIVISOR DE ÁGUAS


Ela queria ter escrito esse texto. Queria mesmo tê-lo lido meses antes. Para perceber que é bem verdade… Narrou dias de densas nuvens que se arrastaram por uma quase eternidade. Mas e a felicidade, a outra chance, a reconciliação, o perdão, o beijo, as declaração, que uma hora, inevitavelmente, chegam (não vivemos no deserto a vida toda)… esses não merecem narrativas? Descrições longas e repetidas, tensas, apaixonadas, contundentes, ferozes, quentes, calorosas, cheias de emoção e lutas, mas também mansas e silenciosas, deliciosas? “Claro que merecem!” – é o que ela pensa. E é o que vai tentar fazer daqui pra frente.

CASOS DE FAMÍLIA

Genteeeeeee, para tudo que eu preciso publicar. Esse texto estava num dos comments da minha tia, que sempre escreve coisas super pertinentes à vida e à minha pessoa (aqui e aqui).

Já era pra eu ter publicado, mas enfim… nesse post aqui eu peguei do blog da Denise (que apesar de não ser amiga íntima, leu minha alma!) uma ilustra que “sou eu”, mas sem muitas pretensões. Daí vem minha tia e me manda essa história (meus adendos em vermelho):

Ju querida,

Cada vez mais me convenço de que amigo e bicho esquisito mesmo.
As vezes fica emburrado sem motivo, outras faz umas doideras que a gente não entende, mas acertam fundo naquilo que os outros (não amigos) desconhecem.

Amigo e um ser que parece habitar nossa alma, tudo para o amigo é clarividente (adorei a palavra!!). Veja só… de onde que a Denise criou essa cabeleira toda para estilizá-la? Nem por acaso ela estava conosco quando a sua mãe viajou e você ficou comigo (long time ago…)… e o que queria era só deixar a cabeleira alvoroçada ao vento, na Praia da Costa.

Eu, como uma boa tia, apenas coloquei uma faixinha colorida (gente, eu já era uma baby antenada, aloooou!!!) e lá foi você toda feliz se achando “Ba Ramalho“ (hahaahahaha!!! era assim mesmo que eu falava) , faceirinha e linda. E foi aí que, chegando de surpresa, Dona Jane foi ao encontro das filhinhas, se sentindo culpada e com um peso nas costas de arrependimento, pois, com certeza, a Ju teria sentido muito a sua falta, mas estaria bem cuidada e penteada.

Surpresa1 – a descabelação da Ju;
Surpresa 2 – Ju apenas a olhou e disse: “mãe, eu queria ficar mais um pouco com o meu “Ba Ramalho“ (hahaahaahaha, minha mãe sempre foi phyna, gente! Sofria comigo…) e saiu correndo.

Hoje vem uma amiga e estiliza a Ju com uma enorme cabeleira, por retro-visão (gostei dessa também!) – coisa que só carro e amigo tem – tal qual a de Elba Ramalho que hoje usa flores no cabelo.

Você não pegou pensando que era você. Você pegou porque é você. Coração de amigo não se engana! E a arte e a misteriosa expressão do invisível.

* aaaaaaah! Adorei demais!!! Tia conta mais histórias da minha infância… só pra eu ter certeza que eu, desde sempre, sou uma pessoa interessante e que vou deixar fatos para a posteridade se divertir! hahahahaaha.

* sobre minhas tendências florais, faixinhas e cabeleiras, a Roberta já falou aqui (aliás, muito bem dito!) *me achando mode on*

Deixo você com minha (nem tão) cabeleira (des)penteada propositalmente com grampinhos coloridos, que eu aaaaaaaaaamo!!!!!




DOCE NOVEMBRO

ah, novembro…
doce, sem veneno

ela se calou diante das palavras que esperou ouvir por tanto tempo
surpresa, descrente… teve certeza, foi valente

não pode escrever o que ouviu
porque sem o som aquelas palavras perderam o valor
então ela guardou na memória o gosto e o calor

de um novembro que se foi com o vento
mas deixou seu sabor
para os meses que ainda virão


SEJA BEM-VINDO!

JULIANA ESCREVE
Sobre tudo que alcança seu coração, o que não é pouca coisa! Deus, família e amigos são assuntos recorrentes. Milagres, bençãos e bom humor também fazem parte... Se quiser ficar no meu coração, à vontade, mas não traga porcarias para dentro dele, ok? :)

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