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ENQUANTO ESPERO

Espero, por mais algum tempo, a felicidade chegar. Não essa que já tenho hoje…aguardo uma outra, dessas grandes, completas, perfeitas. Dessas que crescem, crescem, crescem até não caber mais, daí nascem e mudam a vida da gente para sempre.

Enquanto não chega a hora, deixo os meses passarem fazendo planos e arrumando a casa pra quando o amor bater à porta.

Assim espero!
Que assim seja!

H. hoje faz 30 semanas…

NADA DE INTERESSANTE


É verdade que as pessoas felizes não têm nada de muito interessante nem bonito pra escrever? Não sei…

Fico pensando em Álvares de Azevedo e, mais recentemente, Caio Fernando Abreu. Pareciam sempre estar sofrendo e produziam e escreviam tanto…

Viagens à parte, veja o caso dessa moça: ela não consegue escrever nada de tirar o fôlego de ninguém durante semanas…(blog abandonado e tudo mais!). Claro, isso não quer dizer que por não ter escrito, não tenha vivido coisas de palpitar o coração.

É que falta de ar de amor, coração acelerado, um sorriso de felicidade, a quentura de um abraço não cabe em palavras nem se captura num papel… isso fica por aí, registrado dentro da gente


E por enquanto é só!

O AMOR ENGORDA


já reparaste como são magros os desamados?
aqueles que sofrem não tem fome se não a de amor, e,
na falta deste, definham…

só os infelizes comem pouco…
eu por exemplo, fiquei magrinha, magrinha
não comia nada, só bebia água
triste sina era a minha de só me alimentar do que não tinha

(confesso) por um tempo até gostei da minha magreza
mas quando o amor voltou, não teve jeito
veio junto a felicidade…
e quem já viu nessa vida pessoa feliz fazer jejum?

nunca vi!
podes prestar bem atenção: os gordinhos são mais felizes
estão sempre fartos de amor!

ACIDENTE COM A POESIA

Morreu a rima, desmaiou a palavra,
Quebrou-se toda a linha.
Amputou o verbo, a inspiração está mal,
A emoção definha.
Perigando na vida, todos na UTI do coração,
Que também sem recurso,
Tenta salvar algum a qualquer custo.
Que algum verso de fibra resistente,
Sustente uma linha de bom pensamento,
Ressuscite uma rima de amor, com um susto,
Ou desperte a palavra adormecida
Regenerando o verbo,
E, cure a inspiração do surto.
E eis, que, não mais que de repente,
O poeta que ali junto definhava
De solidão, de amargura e dor,
Abraça a emoção, suspira profundo,
Sai nu ao vento, numa elegia à vida,
Só com a diáfana transparência colorida
Da palavra bem dita, no momento de dor,
Ressuscita a rima e cura todo mundo,
Com as mágicas gotas da alegria e da paz,
Dos seus versos de amor.

Não, essa dor não é minha, mas dou meu apoio de toda forma… já passei por isso. Foi minha tia Eunice que escreveu, dia desses quando não estava muito legal. Espero breve texto mais floridos, fica meu pedido!

A CRUZ E A MINHA PEQUENEZ


Quando olho pra cruz, sinto que tudo mais fica pequeno.

Talvez fosse esse o ponto de vista de Jesus quando ele olhava a humanidade de lá… da cruz.

Percebo que meu afastamento de amigos queridos por causa do meu dia-a-dia corrido é muito, muito triste, e um grande disperdício de tempo.
Consigo ver que minhas chateações com meu pai e minha mãe não são tão ruins assim, um dia não os terei mais comigo.
Sinto que nossa luta por querer sempre mais e mais (e quando conseguimos já estamos insatisfeitos) nos aprisiona.
Vejo guerras por motivos banais, leio vidas sendo ceifadas por R$ 10, lembro que meu consumismo desesperado pela vigésima calça jeans me priva de ajudar alguém realmente necessitado, vejo que não vale a pena brigar no trânsito e lamentavelmente hesito abrir mão do meu conforto para diminuir o efeito estufa…

Talvez porque esteja perto do Natal (e chega a melancolia saudosista de todo dezembro) e acabamos nos lembrando mais de Jesus, o que me remete novamente à cruz, ainda manchada de sangue, por minha causa e por sua também…

Quando lembro que Ele escolheu a cruz, sinto sim, que nada é maior e tem mais importância que o amor de Jesus, e isso sim, torna tudo nesta vida, muito, muito pequeno.

2 COLHERES DE FERMENTO e pronto!

olhando de perto esse amor novo
com cheiro de brisa fresca
com seus laços tão bem dados
tão leve… tão gostoso…
tenho medo que tudo desande
e estrague toda a massa

(é por isso que estou aprimorando a receita)

O AMOR É O TEMA!

Amor maior

O sol me acordou esta manhã do jeito que sonhei acordar todos os dias.

Sempre busco no silêncio os meus falares, e assim fui acordada hoje, somente pelo sol, que sem eu pedir emprestou-me uma réstia de luz amarelo ouro e um tépido calor daqueles que, ao mesmo tempo, desperta a alma e amolece o corpo… Tão logo, me ocorreu que a Jú havia me dado a insustentável incumbência de escrever um texto, e, para essa responsabilidade de tema inexato, não pude encontrar inspiração mais firme. Corri da cama, e não sem antes abrir a janela para me certificar ainda mais do dia lindo que o sol me anunciou, pensei: “porque hoje é sábado…” (saudades do Poetinha).

Quando já estava a caminho do computador nosso de cada dia, olhei un passant o criado-mudo e lá estava o lápis que na noite anterior me serviu para eu completar a palavra cruzada que sempre faço, na saga do “afasta de mim esse Alzh”, de imediato convencida de é com ele que vou escrever. Quem sabe se assim, a nostalgia que cabe no momento mágico do encontro entre o lápis e o parto das palavras, não seria minha fonte inspiradora?

Tchan… tchan… tchan… é o amor, que original. Tentei me recompor, mas pensei que não existe tema mais recorrente e tanto mais necessário, porque quanto mais se fala dele menos se aplica.

Continue lendo ‘O AMOR É O TEMA!’


SEJA BEM-VINDO!

JULIANA ESCREVE
Sobre tudo que alcança seu coração, o que não é pouca coisa! Deus, família e amigos são assuntos recorrentes. Milagres, bençãos e bom humor também fazem parte... Se quiser ficar no meu coração, à vontade, mas não traga porcarias para dentro dele, ok? :)

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