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SUPER CONCORDO


Sabe o aforismo do Rubem Alves, em que ele fala que “ostra feliz não produz pérola”? É um pouco isso. De certa forma, é preciso um comichão para abrir o peito e transformar a inquietude em expressão. Uns dias a pipoca estoura – brilhante, dourada, transformadora – e em outros, é tudo como manjar de côco: branco, sem graça.

Uns dias achei que essa coceira vinha da tristeza. Ou seja, só estando bem pra baixo, tão deprimida a ponto de nem querer sair da cama, para produzir alguma peça de beleza. Por que por muito tempo foi assim mesmo. Escrever era a melhor forma de me sentir viva, depois de cair de um prédio imaginário de uma centena de andares. A minha vida sofreu um chacoalhão definitivo e nesse percurso até aqui, custou a entender que era pra sempre. E os textos, na verdade, serviram como o registro, também imutável, da minha conexão com alguém.

Mas há muito mais do que a “simples” tristeza. Existem agora inúmeras outras pequenas coceiras, originárias dessa melancolia ou não, todas produzindo modos de formosura. No fundo, aquela aflição aguda ocultava tantas possibilidades…

Vontade de escrever sobre elas…


Esse texto chama-se “à espera de possibilidades” e não é meu, mas bem que podia ser, porque a Marina escreveu exatamente como funciona as coisas por aqui em mim! Que coisa não? As pessoas são diferentes, mas as situações, emoções e sentimentos se repetem mundo a fora…..

Semana abençoada!

🙂

VENHA, EU QUERO TE VER!

Desde antes de me formar na facul já vivia esse mundo da publicidade, sempre trabalhei nessa área. Então, é natural que em meu coração também haja disso, ok? Mas só a boa publicidade…

Lá vai uma então que achei muito legal. Acho que é porque os textos estão ótimos, com títulos bem grandes, o sonho de todo redator, hehe.

Eu vi tinta sendo transformada em impressionismo. Eu vi Renoir me pintando. Vi a decepção do banqueiro que me encomendou. Vi seu descaso me jogar num quarto empoeirado. Vi os anos se passando. Vi a Europa reconhecer meu valor. Vi o Brasil me recebendo. Vi um lar em crescimento. Vi esse mesmo lar se transformar no museu mais visitado do país. Mas, em meio a tudo isso, uma coisa eu não vi: você. Venha. Eu quero te ver!


Eu vi o fracasso de um gênio. Eu vi os últimos anos de Vincent Van Gogh. Vi os franceses não reconhecerem meu valor. Vi um mestre morrer na miséria. Vi a Europa se arrependendo. Vi milionários me disputando em leilões. Vi um novo lar. Vi professores ensinando. Vi crianças aprendendo. Vi um jovem museu se transformar no mais visitado do país. Mas, no meio disso tudo, uma coisa eu não vi: você. Venha. Eu quero te ver!


Eu vi um fotógrafo antes da fotografia ser inventada. Eu vi Rembrandt. Vi suas pinceladas me formando. Vi uma nova era se formando. Vi Barroco, vi Impressionismo, vi Realismo. Vi a Europa, vi o mundo, vi finalmente o Brasil. Vi um museu em formação. Vi o sonho de um homem se transformar no maior museu da América Latina. Mas, entre tudo isso, uma coisa eu não vi: você. Venha. Eu quero te ver!

Campanha da DM9DDM para o Masp. Ficha técnica completa, aqui, ó! Lindo, não?

🙂

DIVISOR DE ÁGUAS


Ela queria ter escrito esse texto. Queria mesmo tê-lo lido meses antes. Para perceber que é bem verdade… Narrou dias de densas nuvens que se arrastaram por uma quase eternidade. Mas e a felicidade, a outra chance, a reconciliação, o perdão, o beijo, as declaração, que uma hora, inevitavelmente, chegam (não vivemos no deserto a vida toda)… esses não merecem narrativas? Descrições longas e repetidas, tensas, apaixonadas, contundentes, ferozes, quentes, calorosas, cheias de emoção e lutas, mas também mansas e silenciosas, deliciosas? “Claro que merecem!” – é o que ela pensa. E é o que vai tentar fazer daqui pra frente.

VAMOS PRODUZIR, JULIANA?


Dia produtivo.
Sexta sempre me inspira (olha o fim de semana, aí!).
Mas estava só na lenta ultimamente… repararam né?
Coisa triste, blog abandonado..

Deixei a preguiça de lado e resolvi organizar os pensamentos pra colocar no papel. Nada de meu vinha a mente, só de alheios…
Mas, assim, de repente, brotou um invento, uma vibe, uma coisa,
Que tomou forma de texto e sentimento.

Então… acho que vou ter muito que postar sobre o que anda rolando em my heart nesses dias. Assim espero!

Tô achando meio caído esse espaço e, na boa, não combina, meu coração bate agitado.

🙂


SEJA BEM-VINDO!

JULIANA ESCREVE
Sobre tudo que alcança seu coração, o que não é pouca coisa! Deus, família e amigos são assuntos recorrentes. Milagres, bençãos e bom humor também fazem parte... Se quiser ficar no meu coração, à vontade, mas não traga porcarias para dentro dele, ok? :)

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