Desde o ano passado que não chovia em Vitória.
Enquanto o mundo era assolado com tragédias naturais, enquanto chovia (catastroficamente) no Rio, Minas, São Paulo, sul do Brasil e até interior do Espírito Santo, aqui o sol permaneceu intacto sobre nossas cabeças.
Não lembrava da última vez que tinha visto água por essas bandas. Mesmo as chuvas de verão típicas da época estavam recolhidas em seus leitos.
Muito, mas muito calor mesmo, que nem eu, fervorosa defensora dos verões escaldantes, estava aguentando mais….
Pois bem, no começo dessa semana desceu água do céu. Confesso que o cheirinho de terra molhada me encanta, mas o que foi estranho mesmo foi eu acordar no meio da noite assustada achando que tinha quebrado algum cano lá em casa. Levantei correndo e fui à janela para ver, com surpresa, que era a tal da chuva… “chuva, o que é isso? nem sei do que se trata. não conheço mais seus sons…”
E desde então chove todos os dias, pouco, é bem verdade, mas é melhor que nada!
So, o que me interessa mesmo é divagar sobre as estações internas que atingem cada um que me lê… eu, por exemplo, sou só verão, mas ameno e com muito protetor.
And you? Tell me